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a f1 quase faliu por ignorar a gen Z
e a marca que fez a bebida “descer redondo” para a Gen Z

Ladies and gentlemen, sejam bem-vindos ao POV by Vinci. 🤓
Vamos falar de um assunto sério? E não, não é a nova Tekpix… Estamos cada vez mais próximos do Natal e um assunto que não quer calar: arroz com ou sem uva-passa e por que sem uva-passa é muito melhor? Brincadeiras à parte. A nossa única recomendação é que aproveite os próximos dias com quem mais ama. Feliz Natal, da Vinci (e nos vemos no dia 30 também!).
Na edição de hoje:
🤓 O framework dos canais de distribuição para sua marca em 2026
👀 A F1 quase faliu por ignorar a Gen Z
🧠 A genialidade e o milagre da manhã noite
MARCAS SEXYS E RICAS
O framework dos canais de distribuição para sua marca em 2026
Neste exato momento, vivemos uma das maiores rupturas no mundo dos negócios e um dos principais sinais é a instabilidade na geração de demanda.
Qual o impacto dessa fragilidade? As empresas ficam a mercê de fatores externos e sem previsibilidade de receita, o que as impedem de ter um crescimento sustentável e escalável no curto, médio e, principalmente, no longo prazo.
Por outro lado…Existe um pequeno grupo de empresas que está crescendo acima da média e escalando receita de forma eficiente por desenvolverem uma estratégia robusta de distribuição de marca que você terá acesso exclusivo nesta edição.
Depois, é preciso conhecer os canais existentes no mercado. Nesse caso, vamos focar apenas no The P.O.E.T.I.C. Framework, que são os canais externos:
Paid Media: São os canais que você paga para aparecer como TV, OOH, rádio, jornais e revistas, influenciadores, streamings, in-apps, branded content e patrocínios.
Owned Media: São aqueles que você é o dono do próprio canal como loja, escritório, fachada, e-mail, SMS, grupo de WhatsApp, blog, SEO, site, newsletters e podcasts.
Earned Media: São canais de terceiros que você conquista sem gastar nenhum centavo como imprensa, influenciadores que citam organicamente, clientes, rankings e reviews.
Team Work: São canais bilaterais quando duas marcas promovem uma a outra como no caso das collabs e afiliados.
Interactive: São canais com distribuição de experiência como eventos, conferências, palestras, brindes, embalagens, ativações, lives, reuniões e onboarding de clientes.
Community: São canais onde os clientes se conectam através da marca como programa de indicação, comunidade dentro da própria plataforma e comunidades em outras plataformas.
Depois, você precisa entender quais serão os objetivos de cada canal de acordo com a etapa do processo:
Alcance: Aumentar a primeira impressão de marca.
Awareness: Aumentar o conhecimento da marca.
Audiência: Criar frequência e interação.
Desejo: Posicionamento, história, autoridade e endosso.
Receita: Converter desejo em venda.
Indicação: Guiar o cliente na escada de valor.
Por último, você precisa ter clareza sobre as respostas das seguintes perguntas antes de definir quais serão os canais de distribuição da sua marca:
Audiência
Seu público-alvo está presente neste canal?
Você consegue fazer uma segmentação adequada?
Como as pessoas se comportam nesse canal?
Custo
Você consegue bancar o investimento mínimo necessário?
Qual a relação entre o custo e a escala desse canal?
Esse canal se beneficia de sinergias com outros canais?
Tempo
O tempo para colher resultados está alinhado com as expectativas do negócio?
Como o tempo influencia o fluxo de caixa?
Quais são os aceleradores de resultado que você pode influenciar?
Com isso, você terá uma lista com diversos canais e a nossa sugestão é que você aloque os recursos da seguinte forma:

Se você quer desenvolver um ecossistema robusto de canais para fazer sua marca vender acima da média e gastando muito menos, faça sua aplicação para ter a Vinci trabalhando na sua marca e fazendo dela uma das mais sexys e ricas dessa geração.
CASES MARKETING RENAISSANCE
A F1 quase faliu por ignorar a Gen Z

Sabia dessa? Se antigamente o domingo de manhã era um momento sagrado dos brasileiros para assistir Nelson Piquet, Ayrton Senna, Rubinho Barrichello e Felipe Massa pelas pistas de Mônaco, Monza e, claro, Interlagos, parece que esse ritual tinha se perdido entre as novas gerações - e não apenas entre os brasileiros, mas no mundo todo.
Entre 2010 e 2016, a F1 perdeu mais de 30% da sua audiência e, vamos ser sinceros, o motivo era até bem óbvio: as corridas eram longas e previsíveis, em que os vencedores eram quase sempre os mesmos, sendo que o campeão dominava a competição o ano inteiro.
Quando questionado por não buscar as novas gerações, Bernie Ecclestone, CEO por mais de 40 anos da F1, afirmou categoricamente que a geração Z não compra Rolex (o que, hoje, você sabe” está completamente errado). Mas tudo mudou quando a F1 foi comprada pela Liberty Media por US$ 4,4 bilhões com a tese de que, quanto mais pessoas vissem a Fórmula 1, mais dinheiro eles ganhariam. O que eles fizeram foi bem simples:
Eles transformaram os pilotos em personagens icônicos
Ao invés de focarem apenas nas corridas, eles decidiram abrir os bastidores e dar acesso ao que nunca havia sido mostrado sobre a F1: as emoções antes das largadas, as estratégias dos engenheiros, as disputas internas e as relações dos pilotos com suas equipes.
Eles investiram na produção de conteúdo em massa
A F1 deixou de ser apenas aquele evento de 90 minutos no domingo de manhã para se tornar um fonte de conteúdo praticamente infinita: eles passaram a mostrar o dia a dia dos pilotos - sejam os treinos, as reuniões, mas, é claro, os momentos de tensão durante as corridas. Eles entenderam que ao entregar emoção de forma consistente, você não apenas atrai novas audiências como faz com que eles se tornam verdadeiro fãs da marca.
Eles fizeram das corridas espetáculos globais
Ao vender os direitos de transmissão por US$ 0 para a ESPN, eles transformaram as corridas em um espetáculo mainstream, eles alcançaram todo tipo de público, incluindo os mais jovens. A lógica é simples: dessa forma, eles se tornaram o lugar onde as marcas querem estar, não pelo status, mas sim o alcance e o impacto cultural gerado pela F1 ao redor do mundo.
Será que isso deu certo mesmo?
As redes sociais saíram de 18,7 milhões para mais de 100 milhões;
A receita triplicou, saindo de US$ 1,8 bi em 2016 para US$ 3,6 bi em 2024;
O valor de mercado saiu de US$ 4,4 bi e disparou para US$ 30 bi.
Ao ignorar a Gen Z, a F1 ficou muito perto de falir - e se a sua marca está fazendo o mesmo, aproveite para começar 2026 do jeito e ignora as novas gerações, então faça sua aplicação e conheça as soluções para ter a Vinci trabalhando para sua empresa.
GÊNIOS COMUNS
A genialidade e o milagre da manhã noite
Que horas você dorme? Elon Musk e Mark Zuckerberg costumam dormir por volta das 2h da manhã; Picarro ficava em seu ateliê até às 3h, assim como Winston Churchill. Já Da Vinci e Nikola Tesla seguiam o hábito do sono polifásico, com vários cochilos ao longo do dia, mas que somavam cerca de 2 horas por dia.
O que a ciência diz sobre isso? O estudo publicado em julho do ano passado por pesquisadores da Imperial College London analisou os dados de mais de 26 mil pessoas na Inglaterra e concluiu queos indivíduos com cronótipos vespertinos, os famosos corujas noturnas, apresentavam melhor desempenho cognitivo do que aqueles que dormiam cedo.
Um outro estudo de Satoshi Kanazawa, da Escola de Economia e Ciências Políticas de Londres, sugere que as pessoas com QI mais alto tendem a ser mais produtivas e criativas durante à noite do que aquelas de QI médio ou baixo.
É curioso que, embora a maioria dos coaches e hackers de produtividade afirmem que o caminho do sucesso passa pelo milagre da manhã, a ciência parece dizer outra coisa.
Fato é que se você chegou até aqui e tem acompanhado a POV by Vinci, tem uma chance alta de você ser mais inteligente do que a média.
Me conta, que horas você geralmente dorme? (Eu aparentemente estou errando, porque prefiro dormir cedo)
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Nos vemos na próxima semana 🤓
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